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29 agosto 2012

Bairro Progresso, vista parcial, em julho de 1974 (foto autoria provável: Roberto Dornellas ou Jorge Couri).



Um comentário:

  1. As duas fotos do bairro Progresso, mostram as ruas Augusto Stoppa, Carlos Rocha, Humberto Valerio, Agenor de Souza, Ribeiro de Abreu, Jose António Behame e ruas secundarias.
    Ainda no centro do bairro, não existe ainda a Padaria Progresso com o prédio e a casa do Sr. Chico da Padaria, o beco dos Stoppas predomina no centro do bairro com a casa da Ilma de esquina. Onde é a padaria Progresso hoje, pode-se ver a horta do Mario Petrato. Na outra esquina, pode-se ver a Mercearia Vouzela do Seu Zé Português e sua casa ainda com apenas um andar. Ao lado, pode-se ver a Vendinha de verduras do Mario Petrato (aquele que ainda queima o seu lixinho no meio feio, apos varrer toda a calcada do Seu Chico!).
    Pode-se ver ainda na Rua Augusto Stoppa, casas em construção e lotes vazios, os dois becos estão lá. Ao alto da foto, pode-se ver a terraplanagem onde seria construído a Escola Estadual António Alves Teixeira e o terreno onde abriga a Igreja do Divino Espirito Santo.
    O local onde hoje é a Padaria Mirene, Carpintaria Progresso, Armarinho Margarida e a IURD, são a Vendinha do Mario Petrato, o salão de barbeiro do Delegado Joaninho, e as casas do Milton Barbeiro, depois mais a frente mora ate hoje a Dona Margarida e família. No terreno onde é a IURD morava a Dona Inês e o Sr. Paixão (Claudionor Coelho), ela só chamava ele de paixão e todos achavam que ele se chamava assim. Esta casa está de frente para a casa do Zezinho Gasolina, que é da família Stoppa, e que era eletrecista, solteirão e instalou todos os chuveiros eléctricos do bairro, junto com o saudoso Jaime da Carlos Rocha. Na esquina da Agenor de Souza morava uma família, onde ainda vivia um dos filhos, que era o saudoso Tadeu, que tinha alguns bichos. Na esquina dos Amaral, na rua Agenor de Souza com Augusto Stopa, pode-se ver a casa da família, que ainda não havia construído a quitanda, que seria o lugar onde todos comprariam as verduras frescas na quitanda do Claudio!
    Nesta época ainda não havia sido feita a terraplanagem e a construção do campo do Progresso.
    A casa em frente a casa da família Amaral, é a casa do Seu Petrato, irmão do Mario Petrato. É a casa que o telhado vai declinando. E declinava na parte da cozinha dele onde quase se batia a cabeça no teto. Eu já fui la varias vezes com a minha mãe! Toda a família dele mora ainda no local. Na rua Carlos Rocha vê-se a casa da Rosa ao lado da Dona Ilma e na frente as casas do António Bento e da Dona Didi, mãe da Ivone Dornelas, mulher do António e mãe do Dudu, do actual Dudu-Gas! Depois subindo, tem a cada da Dona Antónia, esposa do saudoso motorista de linha, o Humberto Valério!
    Na Humberto Valério, pode-se ver a casa do Mané Fala Fina (evangélico e que tinha um caminhão de frete). Vê-se a casa da Dona Luzia, mãe do Seu Helinho, que foi o meu professor de musica por mais de 6 anos e que hoje é o meu amigo!
    Poderia comentar muito e quase todas as casas, pois conheço toda a historia deste bairro, que ficou na saudade!
    Abraços a todos os meus amigos do Progresso.
    Marcelo Rischert - Alemanha

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