As fotos deste Blog são de mérito de quem as tirou. O crédito mencionado a cada foto é de quem possui cópias ou até mesmo as originais.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Local? (arquivo de Fabiano Álvaro de Paula Teixeira "In Memoriam").



Vista panorâmica a partir do Cemitério Parque da Saudade, sem data (arquivo de Fabiano Álvaro de Paula Teixeira "In Memoriam").


Homenagem ao ilustre Dr. Milton Valle de Macedo, figura exemplar de nossa cidade (arquivo de Família).

Em viagem a Juiz de Fora em 1928.
Formatura em Medicina em 1937.
Quadro de sua Formatura em 1937, no Rio de Janeiro.
Quadro em sua homenagem no Hospital Universitário da UFJF.

Dr. MILTON VALLE DE MACEDO
Em 10 de março de 1913, nascia Milton Valle de Macedo, filho de pais fazendeiros da pacata região de Coronel Pacheco, mais conhecido posteriormente por Dr. Milton Macedo, por ter sido um dos que muito contribuiu para a medicina de Juiz de Fora.
Não poderíamos deixar de prestar esta singela homenagem àquele que nos norteou e que tão precocemente nos deixou em 13 de outubro de 1970, enriquecendo-nos com seu exemplo de pai, de profissional, de amigo, legando-nos os atributos tão necessários para que déssemos continuidade ao seu legado de gente que realmente faz a diferença.
Apesar das dificuldades da época, quando graduado em medicina pela Faculdade de Medicina do Instituto Hahnemannyano do Rio de Janeiro, soube o Dr. Milton valorizar a profissão que abraçou, não medindo esforços para atender seus pacientes, a qualquer hora do dia ou da noite, independente do poderio econômico de quem dele precisasse ou qualquer outro ato discriminatório.
Dentre os diversos cursos e funções exercidas destacamos: graduado em Tisiologia pela Faculdade Nacional de Medicina da Universidade do Brasil e em Patologia Pulmonar pela PUC/ Rio de Janeiro, Professor de Pneumologia da Faculdade de Medicina da UFJF. Foi chefe do Dispensário Eduardo de Menezes e médico da Santa Casa de Misericórdia. Exerceu as funções de Tisiologista dos antigos IAPI e IAPC, da Sociedade Auxiliadora da União dos Empregados do Comércio, da Fiação e Tecelagem de Malha Antônio Meurer, da Liga Juiz-Forana de Basquete e ainda da “Società Italiana Di Mutuo Socorso de Beneficensa”, entre outras. Estagiário de vários hospitais do Rio de Janeiro e do Hospital de Tornu em Buenos Aires. Era membro atuante das Associações Médicas Brasileira e de Minas Gerais e da Sociedade de Medicina e Cirurgia de Juiz de Fora. Representou o Estado de Minas Gerais na XIIª Conferência da União Internacional contra Tuberculose e II Congresso Internacional do American College of Chest Physicans, no Rio de Janeiro. Foi também sanitarista das Repartições da Polícia local, tendo prestado ainda eficiente colaboração ao Exército, ocasião em que foi diplomado pela Diretoria de Saúde do Exército, com sede em Brasília. Grande estudioso da medicina, publicou vários trabalhos de vulto, tendo sido reconhecido nacionalmente e internacionalmente.
Finalmente, essas palavras são muito poucas para homenagear o pai de família, o homem de bem, o médico de homens e porque não de almas, entretanto que sirvam, pelo menos, para incentivar aos profissionais atuais, para que não denigram, ainda mais, esta nobre e digna profissão de ser médico, da qual todos um dia dela nos serviremos. Que Deus o tenha ao seu lado, ontem, hoje e sempre!
Seus Filhos,
Carlos Alberto– Médico
Luiz Fernando– Médico
Milton Augusto– Engenheiro
Adrienne– Economista
Antônio Sérgio– Coronel Dentista do Exército

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

Vista parcial aérea de Juiz de Fora, em 1966 (arquivo do Blog Maria do Resguardo).

Quadro encontrado na fábrica da Ferreira Guimarães pertencente à Cia. Fiação e Tecelagem Industrial Mineira. Toda essa mata virou condomínio.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Rua Santo Antônio, escadaria da Igreja São Sebastião. Excursão Motociclística de Petrópolis a Juiz de Fora. Revista Fon-Fon de 1914, edição 45 (arquivo de Carlos Alberto Guilarducci Moreira).


Carteirinha de Associado do Sport Club Guanabara, em 1978 (arquivo de Bruno Macedo Nunes ).


Carteira de Motorista de 1929 do Sr. João de Macedo Moura e Carteira de Trabalho do Sr. Murillo de Macedo Moura de 1936 (arquivo de Bruno Macedo Nunes ).







Construção da piscina do Clube de Tênis Dom Pedro II, Rua Oscar Surerus, Nº245, Bairro Mariano Procópio, década de 1960 (arquivo de Bianca Barreto).


Vista parcial de Juiz de Fora, em 1940 (arquivo de Bianca Barreto).

Av. Brasil, trecho da ponte do Manoel Honório até o Bairro de São Dimas (Rodoviária).

Parque Halfeld, em 1936 (arquivo de Anderson S. Bizotto).


Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, em 1947 (arquivo de Anderson S. Bizotto).


Enchente de 1940, Rua Halfeld, em 24 de dezembro de 1940 (arquivo de H. Ferreira).

Com as águas batendo nos joelhos, homem caminha pela Rua Halfeld sem perder a elegância.


domingo, 11 de dezembro de 2016

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

Desenho panorâmico de Juiz de Fora, autor desconhecido, retrata a cidade no princípio do século XX (arquivo de Jean Menezes).


Jean extraiu esse desenho de um livro do qual ele não se recorda o nome.

Diploma do Curso Infantil do Instituto Santos Anjos (Hoje, Colégio Nossa Senhora do Carmo), Av. Rio Branco, n° 2296, Aluno André Villela Lomar, em 21 de novembro de 1953 (arquivo de Jean Menezes).

Fica aqui nossa homenagem ao grande

Dr. André Villela Lomar (1947-2013)  Primeiro residente do Instituto Emílio Ribas.
Desde que chegou a São Paulo, aos 22 anos, o mineiro André Villela Lomar não mais deixou de botar os pés no Instituto Emílio Ribas. Lá, o médico infectologista foi o primeiro residente, ajudou a fundar a UTI, que chefiou, e ocupou o cargo de diretor científico.
Neto de médico e filho de dentista, nasceu em Juiz de Fora, onde plantou um pau-brasil quando moleque na escola em que estudou, casou-se com Elizabeth, dona de casa, e se formou em medicina, na federal da cidade. Veio fazer residência na capital paulista e daqui não mais saiu.
Concluiu um mestrado na USP, sobre leptospirose, e presidiu as sociedades brasileira e pan-americana de infectologia. Foi ainda professor titular da Universidade de Mogi das Cruzes e trabalhou no Einstein, onde foi conselheiro e teve um consultório.
Membro do Grupo de Consenso em Terapia da Aids do Ministério da Saúde, acompanhou o tratamento da doença desde que os primeiros casos de aids foram notificados no Brasil, na década de 80.
Apaixonado por fotografia, ampliava suas melhores fotos para decorar seu consultório.
Também cantava no coral na paróquia Santa Suzana. É descrito pela família como um típico mineiro, que gostava de jogar conversa fora. Numa das visitas a Juiz de Fora, aproveitou para ver como estava a árvore que plantara.
Em novembro do ano passado, descobriu um câncer. Trabalhou até dezembro, depois de mais de 40 anos de dedicação ao Emílio Ribas.
Morreu na sexta (19), aos 65, devido à doença. Teve dois filhos e três netos. A missa do sétimo dia será hoje, às 10h, no anfiteatro do Emílio Ribas  (Folha de São Paulo 25/04/2013). 

Dr. André Villela Lomar: Camisinha - saiba por que o preservativo é tão importante.