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01 junho 2014

Construção da Praça Menelick de Carvalho, Rua São Sebastião, em maio de 1956 (foto autoria de Bastos Barreto).




6 comentários:

  1. Atualmente, passar por essa praça à noite, é um risco: a mesma virou ponto de drogados, prostituição e assaltos.

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  2. Verdade, e não só a noite. Durante o dia é comum vermos pessoas se drogando até com seringas, além de pessoas mantendo relações sexuais. Deveriam colocar um trailer permanente da PM naquela praça. afinal de contas o valor do IPTU por ali não é barato.

    Sobre a foto, percebe-se como Juiz de Fora era bucólica. Já existia o feioso prédio na esquina da Rua Santo Antonio. À direita, uma parte do barranco onde ficava localizada a chácara do Dilermando Cruz, um verdadeiro sítio encravado no centro da cidade.

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  3. Casas boas e grandes na Rua Santo Antonio, todas já demolidas.
    Trânsito fácil, só um carro estacionado na foto.
    Ar puro, sem os horríveis edifícios.
    Que pena que acabou.

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  4. Acorda, cara! Estamos em 2014, e a foto é de 1956. Juiz de Fora está com cerca de 550 mil habitantes, e a tendência é só aumentar. Você e eu ainda veremos muitas áreas desertas se transformarem em grandes loteamentos.É só uma questão de tempo.

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  5. O entorno da praça permitia circulação de ar e claridade.
    As cidades precisam muito de uma política de ocupação urbana para evitar paredões de prédios, uns encostados nos outros, beneficiando mais as imobiliárias do que os moradores.

    Muito legal o recurso oferecido pelo blog, nesta foto e em outras, para ver o local atualmente. Oferece a possibilidade de comparação que permite uma reflexão sobre a relação entre qualidade de vida e quantidade de vidas na cidade.

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    1. Verdade. Veja na foto uma lavadeira com uma trouxa de roupa na cabeça. Esta cena era comum até meados dos anos 80, quando então todos compraram carros ou máquinas de lavar.

      Hoje em dia as lavadeiras circulam de carro, entregando as trouxas de roupa com hora marcada.

      Sinal dos tempos.

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