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quinta-feira, 23 de março de 2017

Juiz de Fora chora a Morte Iminente do Palacete de Santa Mafalda, atual Grupo Central (por Jean Menezes).



Vejam vocês o desperdício cometido pelo Governo do Estado de Minas Gerais ao deixar um patrimônio como o antigo Palacete de Santa Mafalda, atual Grupo Central, ao acaso e ao tempo... O atual aluguel pago pelo imóvel para funcionar esta Escola em outro local é de R$37.000,00, dinheiro que o Estado poderia utilizar para restaurar o imóvel.

Intensifica-se, nas Redes Sociais, o descontentamento das pessoas com o prédio deixado à deriva, permitindo que os moradores de ruas invadam-no constantemente.

No dia 13 de maio de 1989, o Jornal Tribuna de Minas publicava " Juiz de Fora em dois tempos " , lembrando a história do citado palacete pela pena do memorialista Dormevily Nóbrega ( em anexo ).

Triste destino do patrimônio histórico da cidade; uma das últimas edificações remanescentes do Século XIX na Av. Barão do Rio Branco.

Onde estão os Deputados Estaduais que representam Juiz de Fora? São eles: Lafayette Andrada, Antônio Jorge, Isauro Calais e Noraldino Júnior.

Vamos e precisamos lutar pela preservação e restauração dos patrimônios da nossa querida cidade!

10 comentários:

  1. Ótima reportagem. Mas em 1989, o nosso jornal ainda não era Tribuna de Minas e sim Tribuna da Tarde, como se pode ver no canto inferior da foto à direita, e o título da matéria não traz o " A " antes de Juiz de Fora. Gostei muito da reportagem!

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    1. A Tribuna de Minas tentou fazer de seu jornal um jornal estadual. Transferiu sua sede para Belo Horizonte e na cidade criaram a Tribuna da Tarde com notícias de Juiz de Fora. Não vingou e o projeto foi desfeito.

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    2. Tá errado, Marcelo! Em 1989 o Jornal Tribuna de Minas não existia; o mesmo era chamado de Tribuna da Tarde. Deixa de ser teimoso. Rsssss

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    3. Não consigo achar as datas quando ocorreu o fato mencionado por mim mas o Jornais que circulavam em Juiz de Fora eram: Diário Mercantil e Diário da Tarde entre outros. A Tribuna da Tarde durou muito pouco, acho que não chegou nem a fazer aniversário. Não sei bem, tentei saber no Site da Tribuna de Minas mas nem navegar consegui, naufraguei nas mudanças que fizeram lá.Precisamos de mais informações a respeito.

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  2. Está escrito na foto: " Apoio: TRIBUNA DA TARDE "
    Para mim está claro o nome do jornal...

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  3. Marcelo: Até quando você vai deixar o nome do jornal digitado errado? Será possível que você ainda não viu que é TRIBUNA DA TARDE? Um amigo meu trabalhou na redação do Tribuna de Minas e disse-me que até 1993 o jornal era Tribuna da Tarde; de lá para cá passou a ser chamado de Tribuna de Minas, e ambos não têm nada em comum com o Diário Mercantil. Corrija o texto, tá?

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  4. Tribuna de Minas História

    O “Tribuna de Minas” surgiu em 1981, e tinha como premissa ser um veículo apolítico, voltado para os problemas da cidade. A primeira edição ocorreu em 1º de setembro de 1981. O jornal foi criado pelo empresário e médico, Juracy de Azevedo Neves, e tinha como principal objetivo oferecer ao leitor uma diversidade de serviços e criar um espaço para o debate dos mais variados assuntos. Paulo César Magella, atual editor geral da “Tribuna”, é o único jornalista que está no jornal desde a sua implantação. É impresso desde o início no formato standard.

    E 1983 o “Tribuna” se tornou o principal jornal da cidade, com o fechamento do “Diário Mercantil”. Em 1985, na tentativa de se expandir, o jornal passa a ser publicado também em Belo Horizonte, a fim de ser uma alternativa para o leitor da capital e fazer frente ao monopólio do “Estado de Minas”, que apoiava o governo do estado naquele período. Mas tal experiência não obteve sucesso. Em 1986, o jornal passa a publicar em Juiz de Fora a “Tribuna da Tarde”, que vinha repleto de notícias locais, mas em 1992, retoma seu nome original e passa a produzir um jornalismo mais voltado para a cidade e região.

    Ao longo das décadas, a “Tribuna de Minas” passou por diversas reformas gráficas. As cores chegariam às páginas do jornal em 1994, tornando a leitura ainda mais agradável. Em 1997, a manchete “Ousadia Gráfica e Editorial redesenha a Tribuna e impõe uma nova história para o jornalismo em Juiz de Fora” anunciava as mudanças pelas quais a Tribuna passaria nos próximos anos, a começar pela capa, na qual o logotipo azul cedeu espaço ao vermelho bordô. Foi introduzida uma nova tipologia nos títulos e textos, criada exclusivamente para o jornal. Os cadernos também ganharam novas logos coloridas e mais destaque para as fotos.

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    1. Fonte do texto acima: https://memoriasdaimprensajf.wordpress.com/impressos-de-juiz-de-fora-9/impressos-de-juiz-de-fora/jornais/tribuna-de-minas/

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  5. Blá, blá, blá... Você deve ser de Capricórnio ou de Peixes... Nunca vi tanta teimosia. Está claríssimo na foto TRIBUNA DA TARDE. Você ainda discorda? Vai ser turrão assim na casa do caralho... Puta que pariu, Marcelo!

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    1. A matéria saiu na Tribuna de Minas com apoio da Tribuna da Tarde, isso foi claro. A Tribuna da Tarde está apoiando uma matéria da Tribuna de Minas, entendeu? Você poderia sair do anonimato e ser gentil pois não posso perder tempo com esse tipo de imposição.

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